António Marinho e Pinto - site oficial de candidatura












 

  FRASES SOLTAS

 
«SONHAR
Mais um sonho impossível;
LUTAR
Quando é fácil ceder;
VENCER
O inimigo invencível;
NEGAR
Quando a regra é vender».

 

O candidato Fragoso Marques gastou todo o tempo da sua camapanha eleitoral a atacar o actual Bastonário, mas ainda não apresentou uma ideia sequer em benefíco dos Advogados. Todas as suas preocupação vão no sentido de defender os interesses e os privilégios da tradicional numenclatura dirigente da OA. Mas isso não admira, pois ele foi escolhido para candidato, precisamente por essa mesma numenclatura que há décadas se reproduz dinasticamente dentro da nossa Ordem.
 

A Paz que alguns candidatos prometem, se forem eleitos, significa no plano interno da OA o silêncio ou um discurso de mentiras e, no plano externo, a capitulação perante os interesses dos inimigos da Advocacia.

No dia 26 de Novembro os Advogados vão decidir se querem que a OA continue a ter um discurso público de verdade ou então um discurso retórico, redondo e politicamente correcto, que seja aplaudido por todos incluindo pelos inimigos da Advocacia.

Aqueles que hoje proclamam como principais objectivos da suas candidaturas unir os Advogados e fazer a paz dentro da Ordem são os mesmos que nem sequer se conseguir unir a si próprios nestas eleições. Eles só estiveram unidos na guerra sem quartel que fizeram ao Bastonário legitimamente eleito, com o objectivo de o derrubar de forma antidemocrática através de assembleias gerais selvagens ou de abaixo-assinados infames e caluniosos.

Procuro apenas convencer os Advogados que escolhem ideias e programas de acção de acordo com as suas consciências e não os daqueles que se deixam influenciar pelo caciquismo, pelos ataques pessoais ou pelos cargos oferecidos.

A descentralização que há a fazer dentro da OA não é do Conselho Geral para os Conselhos Distritais, mas sim destes para as Delegações que não têm quase nenhumas competências.

«Se, de cada vez que um cão me ladra, eu me baixasse para apanhar uma pedra, nunca chegaria ao meu destino».

Durante o meu mandato como Bastonário fiz coisas certas e coisas erradas. Mas tudo o que fiz foi sempre em benefício dos Advogados portugueses. E os Advogados estão hoje bastante melhor do que estavam quando eu tomei posse. Alguns dirigentes - e eu próprio - é que não.
 
Nunca conheci nenhum Advogado criminoso. Conheci, sim, alguns criminosos que conseguiram inscrever-se na Ordem dos Advogados.
 
A Ordem dos Advogados está na encruzilhada mais decisiva da sua história: ou se transforma definitivamente numa instituição ao serviço da advocacia, do estado de direito e da cidadania ou volta a ser um grémio ao serviço da nomenclatura dirigente e das teias de interesses que cresceram dentro dela.
 
Admitir que se possa ser advogado com um grau académico inferior ao dos magistrados equivaleria a institucionalizar uma inferioridade funcional que iria macular irreversivelmente a dignidade da advocacia portuguesa e do próprio patrocínio forense enquanto elemento essencial à administração da justiça.
 
Houve um tempo em que até os funcionários judiciais faziam defesas oficiosas. Houve outro em que elas eram feitas predominantemente por Advogados estagiários. Hoje só os Advogados podem participar plenamente no sistema de acesso ao direito.
 
Quando, há décadas, decidi ser Advogado, estava cheio de ideais e cheio de ilusões sobre essa profissão. Hoje, perdi todas as ilusões mas não perdi nenhum dos ideais.
 
Não há Justiça sem Cidadania. Não há Cidadania sem Justiça.
 
Os Advogados auxiliam uma pessoa que cometeu um crime a defender-se em tribunal; não devem nunca auxilia-la a cometer o crime; muito menos cometerem-no eles em nome dela.
 
O Bastonário deve ser não só o Advogado dos Advogados Portugueses, mas também a voz institucional dos cidadãos enquanto sujeitos e destinatários da Justiça.
 
A Justiça realiza-se nos Tribunais por Magistrados e Advogados independentes e não em repartições públicas por funcionários sem independência».
 
Os magistrados são servidores da Justiça e não donos da Justiça.
 
A Ordem dos Advogados deve estar ao serviço da Advocacia, do Estado de Direito e da Cidadania e a Justiça ao serviço da sociedade e dos cidadãos.
 
As sociedades de advogados foram criadas para associar Advogados e não para assalariar Advogados.
 
Devemos combater tanto os pequenos «cambões» das comarcas do interior como também os grandes cambões de Lisboa que medram em torno do estado.
 
A dignidade processual das pretensões levadas a juízo pelos cidadãos não deve depender apenas do respectivo valor económico.
 
Os Advogados são colegas entre si e não patrões e empregados uns dos outros.

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MENSAGENS DE APOIO

  

 

Seguem-se algumas mensagens de apoio em resposta ao e-mail em que anunciava a minha recandidatura ao cargo de Bastonário

 

- Estou consigo de alma e coração!
As grandes verdades que diz, que colidem com a hipocrisia, a passividade, o conformismo fatalista, as vénias protocolares, o politicamente correcto, o poder podre e os deuses e santos do inferno, e os constrangem, incomodam muita gente, alguma dela ligada à classe, como é óbvio.
   Da nossa OA têm de ser expurgados todos os feudos que ainda perduram, não obstante a sua acção. O tacho e posição de alguns, que só pensam nos servos da gleba, pobres, dependentes e sem estabilidade e rumo, quando está em causa preservar esse estatuto podre, conivente e obsoleto, tem de acabar.
    Coragem, ilustre colega!
    Boas férias para carregar as baterias para a luta que aí vem.
    JM
 
 
- Goste-se ou não do estilo, a matéria discutida, abordada ou simplesmente comentada, é pacifica e unanimemente aceite pelo Povo como importante, necessária e, não raras vezes, escandalosamente verdadeira.
O que fizeram a este Colega – tendo contra ele o Conselho Superior (onde milita a velha guarda dos grandes gabinetes de Lisboa e Porto) a não aprovação do Orçamento e das CONTAS (pasme-se que pela primeira vez havia transparência nas despesas e uma enorme redução de gastos onde entrava o "saco azul dos amigos - leia-se: formação, estágios, aulas (sempre para os mesmos) - e a classe dos colegas do politicamente correcto - Helas! para o Miguel Júdice e Cª - e a campanha na imprensa movida pelo "pequenote" do Presidente do (…) e outros "figurões" - merecem da minha parte, pese algum deslize a favor do Sócrates, a maior solidariedade e apoio.
A frontalidade, a coragem e a verdade não têm cor, cheiro ou paladar.
Mas tem um preço!
O Colega Marinho Pinto merece que o ajudemos a não ficar "teso" pelo pagamento que está fazer em nome de todos aqueles que não têm voz, dinheiro, posição, influência...
Que Deus te ajude Colega! (sejas tu crente ou não).
Na parte que me cabe, cá estou e estarei!
AS
 

- Com o tempo cheguei ao tempo de lhe dar razão em muitos temas que defendeu. Há de facto, imensos magistrados que são verdadeiros senhores feudais! Mas se acaso a vassalagem se restringisse ao douto conhecimento de uma vida escravizada aos compêndios do direito e aos princípios da justiça, ainda tolerava…, mas na realidade uma grande parte deles, se pudesse, esquecia o direito e a justiça, e pavonear-se-ia nos locais públicos com belas becas negras cravejadas de brilhantes e diamantes luzidios!

Outros há, que advogam em vez de julgar! A teimosia é tanta ou o desconhecimento e saber é proporcional a tal teimosia, que conduzem e decidem os casos ao final que mais lhe agrada! Chamam-lhe no direito: a Livre convicção do julgador!

É verdade que outros conheço, são magistrados com batas de trabalho, intelectuais no direito e sacerdotes na justiça! Esses sim, a esses sem que me peçam, presto-lhes vassalagem, todavia, eles recusam-na sempre, com a atitude e decisões que tomam.
Nem tanto, mas a raiar, o Dr. Marinho é um Sansão necessário ao derrube das vicissitudes deste pilar que de tão belo e imaculado não sofria, sequer, a erosão de um vento que acompanha uma eventual palavra critica que ousasse ser-lhes dirigida!
RN 
 
- Recebi a boa notícia da sua recandidatura. Desde já lhe quero manifestar o meu apoio e o meu voto. Continue o bom trabalho, e não se preocupe com aqueles cujas vozes não chegam aos céus.
JMM
 
- Não poderia deixar de apoiar, incondicionalmente, como já antes o fizera, um colega que tão bem percebeu a necessidade de restaurar e restituir a dignidade e o prestígio dos advogados de Portugal.
GR
 
- Estou neste momento a ler os meus e-mails e, ao ler o que me enviou, não posso deixar de lhe dizer o seguinte, apesar de não nos conhecermos: é com enorme prazer que tomo conhecimento da sua recandidatura, pois entendo que o Ilustre Colega é um exemplo a seguir.
VH
 
- Aceito cívica e democraticamente a sua decisão e percebo as concretas razões que a determinaram, com as quais comungo e me revejo quase na plenitude.
Na anterior candidatura não lhe concedi o meu voto porque ainda não o conhecia bem (a não ser na veste de cronista judiciário -SIC Noticias / Expresso e jornalista) e, a fortiori ainda fui iludido por palavras vãs de outra candidatura.
De todo o modo, tenho feito a premente defesa do seu mandato entre a classe (quer na Comarca de Sintra, quer em Lisboa onde tenho também escritório), em especial no que concerne a certas afirmações relativas às magistraturas - mais à judicial que à do M.P., e ao bom/ razoável funcionamento do actual Sistema de Acesso ao Direito e aos Tribunais em comparação com o anterior sistema vigente .
Em síntese, tenho sido defensor do seu mandato, embora sem o espírito seguidista que o Colega Bastonário seguramente também não deseja, mas sim de forma casuística e critica, atento os interesses em causa.
Nessa conformidade, salvo a eventual existência de uma outra candidatura de qualidade superior e mais abrangente para a melhor dignificação e representação da O.A., pode desde já contar com o meu apoio à sua recandidatura.
JAC
 
- Sempre admirei a sua Frontalidade e Rectidão.
Sempre reprovei a vaidade e a arrogância de colegas como (…).
O Dr. Marinho defende os nossos interesses e como tal garanto-lhe o meu voto.
(…)
O Dr. Marinho é exactamente o que nós Advogados precisamos, alguém que nos defenda.
Continue com o bom trabalho.
DSC

- Nunca como agora foi necessária uma liderança da Ordem dos Advogados que seja firme nas convicções, sólida nos princípios e tenaz na defesa e implementação das reformas que trespassaram já, sem margem para recuos, a dura couraça desta nossa pesada instituição. Só o Senhor Bastonário está em condições de continuar este trabalho em prol da dignificação da advocacia portuguesa e não vislumbro mais nenhum candidato com a coragem e a independência necessárias para defender, contra todos os poderes (de facto ou de direito), esse património incomensurável que é a abnegada luta pela liberdade e pelo estado de direito democrático que foi travada, ao longo da nossa história, por tantos e tão ilustres advogados portugueses. Pode contar com o meu apoio sincero e empenhado à sua recandidatura.

ABA
 
 
- Podendo não concordar com todas as decisões de V. Exa., reconheço que tem sido absolutamente coerente com as propostas da candidatura então sufragada. Lamento que outros, discordando legitimamente ou não das Vossas opiniões, ataquem a pessoa e não as ideias. Envergonho-me sobretudo com a linguagem de alguns Colegas, quando se referem ao nosso Bastonário. V. Exa. é, para mim, um homem sério, corajoso e frontal.
Qualidades que faltam neste país, e em muitos daqueles que o criticam e/ou contra Vós conspiram. V. Exa. incomoda. Como incomodam as verdades que (todos) raramente gostamos de ouvir. Bem-haja.
MBS
 
 
 
- É com enorme satisfação que recebo a notícia da recandidatura do Exmo. Colega a Bastonário. A Advocacia necessita de pessoas que não tenham medo dos poderes instituídos. A Advocacia necessita de toda a transparência, lealdade, frontalidade e verticalidade que lhe são característica. A advocacia necessita de conquistar a credibilidade da população. A Advocacia necessita de ter profissionais com qualidade e não “toneladas” de licenciados a solicitarem cédulas sem o mínimo de qualificação para patrocinarem o cidadão. Apesar de todas as criticas ao modo como dirigiu a nossa Ordem, ninguém teve a coragem de “por o dedo na ferida” como o Exmo. Colega o fez! Os advogados necessitam da sua voz ! Parabéns!
IG
 
 
- Estou aqui para lhe dizer que não votei em si na primeira eleição. A sua actuação, a sua coragem, a sua denuncia de muitos casos (e são tantos) que enlameiam a justiça e a colocam num patamar muito baixo na consideração do povo (que é e deve ser quem mais ordena) levou-me a apreciar o seu trabalho e a não gostar das calúnias, das rasteiras, dos ataques, das alianças contra si. Força Dr. Marinho e Pinto. Desta vez voto em si convictamente. Serão com certeza muitos os que pensam como eu.
EFC
 
 
- É com enorme alegria que recebo a notícia que o Exmo. Colega se pretende candidatar a novo mandato à frente da Ordem dos Advogados Portugueses. À falta de melhor, conte com o meu modesto mas sincero e veemente apoio! Já era tempo de os Advogados Portugueses terem a representá-los um Bastonário sem lobbies para atender, sem amizades ou politiquices para satisfazer e sem subserviências de qualquer espécie para com a magistratura portuguesa. Basta do politicamente correcto que graça na classe, e, por maioria de razão, nos Órgãos da Ordem que nos representavam até aqui, mas que depois não se reflecte nas condutas do dia a dia da relação com os Colegas nem no diálogo institucional com a Ordem. Apesar do que nos querem fazer crer, o advogado deve ser um guerreiro em defesa dos seus princípios e dos interesses dos seus clientes (por esta ordem), com capacidade para ser contundente e agressivo quando o entender, mas com capacidade e inteligência para encaixar idênticas posições do Colega. Mas não, o que assistimos hoje é Advogados a participarem disciplinarmente de Colegas porque não foram polidos e simpáticos, ou utilizaram uma expressão mais ríspida em determinado momento.  Haja coragem para denunciar os vícios da nossa e das outras classes. Sem medo e sem temer visados ou represálias. Sou um jovem advogado, que diariamente sente os efeitos da massificação da profissão, compartilhando da visão do Exmo. Colega quanto à necessidade de limitar o aceso à advocacia, como único meio para se conseguir elevar o nível de preparação técnica e profissional dos advogados portugueses, desejada por todos. Só assim poderemos ser agentes privilegiados na administração da justiça, a par com as magistraturas e não como seus servos! Devemos ser muita coisa, Advogados castrados Não! Boa sorte para a batalha que se avizinha.
MS
 
 
- Felicito-o pela coragem da sua decisão. Apesar de nem sempre ter concordado com a forma como exerceu o cargo e com decisões que tomou, reputo o seu mandato como muito positivo. Considero, aliás, que a apresentação das contas do Conselho Distrital de Lisboa e as "justificações" que as acompanham são a prova de que é urgente continuar e aprofundar as reformas da Ordem. Peço-lhe, por isso, que desde já aceite o meu apoio à sua candidatura.
JV
 
 
- Permito-me responder-lhe à comunicação que me endereçou, para lhe dizer que, por um lado, não esperaria outra coisa de V. Exa. e que, por outro, poderá, sempre, contar com o meu voto! Não sou daqueles que aparecem na comunicação social ou que são conhecidos do público ou do povo, mas sou conhecido dos meus Clientes, e isso basta-me. À semelhança do meu voto poderá também contar com o voto de tantos outros Colegas com os quais privo, que não são poucos, e que, tal como eu, limitam-se a exercer a profissão de forma séria, integra e honrada, sem qualquer mediatismo, defendendo os direitos e as pretensões de quem nos procura e a quem nos comprometemos a servir, em observância da lei e dos costumes. Para além disto, deixe-me assegurar-lhe que, desde a sua eleição, em momento algum me senti diminuído, desconsiderado ou envergonhado, quer pelas palavras ou tomadas de posição, quer pela actuação de quem dirige e representa a classe, V. Exa. Bem pelo contrário, desde a sua eleição, para a qual, hoje, orgulhosamente contribuí (…), que me sinto bem representado e liderado, embora por vezes em desacordo com o tom, ou com pontos de discordância aqui e ali - como em tudo na vida - compreendendo no entanto a linha de orientação e a necessidade da mesma. Finalmente, uma palavra sincera de agradecimento pela forma como resistiu, e que certamente continuará a resistir em mais um mandato, às pressões daqueles que julgavam e tinham a Ordem como as suas casas de férias, para usar e dela abusar como melhor jeito lhes desse.
CCC
 

- (…) vou lembrar o Senhor Bastonário do principal significado da sua vitória nas últimas eleições: retirou o controle da OA às classes possidentes dos advogados dos grandes escritórios de advogados, sobretudo de Lisboa, para colocar a OA ao serviço de todos os advogados, sobretudo daqueles que mais precisam de apoio. Os outros precisam de controlar a OA para se promoverem e utilizar a OA como instrumento ao serviço da estratégia pessoal de obtenção de grandes negócios através de ligações ao poder político que a OA sempre facilita. São os derrotados que estão a reagir desde o primeiro momento após a sua eleição. E porquê? Porque querem voltar ao poder que é dado pela OA, para poderem novamente colocar a OA ao serviço dos seus escritórios, terem acesso às reuniões com o poder político e daí retirarem dividendos pessoais presentes e futuros. Perderam o palco e querem recuperá-lo. Com eles, a OA voltará ao “cinzentismo” e aos acordos de bastidores. Voltará a distribuição de dinheiro pelos amigos dos CD´s, o qual será aplicado em formação, ou seja, vai direito ao bolso dos formadores, que são sempre os mesmos. Com sabe, a reacção dos CD´s tem a ver com o dinheiro, isto é, com a falta dele. O Senhor Bastonário foi e é a esperança de todos aqueles advogados que lutam arduamente para sobreviver. Daí a importância, para estes, das medidas que tem realizado e que enunciou na última AG: seguros, certificação digital e outras. Estes advogados só precisam de ser mobilizados, e este trabalho de mobilização não tem de ser feito pessoalmente pelo Senhor Bastonário, Basta colocar em campo uma equipa de advogados que sabe serem seus apoiantes. Sem mobilização (…) não sairá vencedor nas próximas eleições. Ganhou nas últimas e surpreendeu os baronatos dos advogados. Só que, este ano, este ano eles estão prevenidos e vão utilizar as técnicas de marketing eleitoral. Não tenha dúvidas disso. Peço-lhe para não desistir da sua recandidatura. Pela minha parte, vou mobilizar todos os advogados que conheço para que, as próximas eleições, votem no Senhor Bastonário. E a estes advogados que conheço, vou pedir-lhes para que contactem, por sua vez, os advogados que eles conhecem no sentido de votarem no seu Projecto. Senhor Bastonário, não desista e mantenha a sua posição que tem mantido até agora: dar luta aos pretendem fazer da OA um quintal ao seu serviço.

(…) SR 

 

 - Contará, como desde a primeira hora, com o meu incondicional apoio, a exemplo de tantos e tantos Colegas com quem lido quotidianamente. Não foi por acaso que o Mestre Aquilino escolheu para ex-libris a divisa «alcança quem não cansa»: não se canse V. Ex.ª e decerto alcançaremos todos, por seu intermédio e da sua equipa, a dignificação palpável (e não apenas plástica) desta nossa profissão que tantos se comprazem em torpedear e apoucar. Porque vem de ensejo, aplaudo o exercício da liberdade de expressão com que o Sr. Bastonário nos tem brindado e que ilustra bem a distância que vai entre a liberdade formal ou as liberdades formais (a sua positivação) e a sua efectiva tradução material (o seu exercício): o país não estava preparado para alguém que, pasme-se!, se arroja à imperdoável ousadia de exercer a liberdade de expressão!... Então não é que o 25 de Abril ainda não chegou mesmo à Justiça?! (Sem contar que, noutras áreas aonde chegou, já se foi embora ou está a desaparecer, aos poucos, inexoravelmente…) E os que reagem tão ferozmente a essa constatação apenas logram personificar a comprovação do acerto da mesma, tanto mais quanta a ferocidade da sua indignação… Se há alguém que precisa da liberdade de expressão desobstruída de condicionalismos artificiais, somos nós, Advogados; se há alguém a quem se exige, mais do que se pede ou se concede, falar sem peias, é a nós, Advogados; se há alguém cuja voz não pode fraquejar perante os tremebundos poderes comodamente instituídos, mormente os corporativistas das Magistraturas, somos nós, Advogados – por isso, ao nosso Bastonário exige-se que dê o exemplo e o mote na vivificação da liberdade de expressão, do que V. Ex.ª tem sabido magistralmente desincumbir-se. É-me muito caro este tema da liberdade de expressão, com que os seus interlocutores institucionais parecem conviver tão penosamente, e exorto-o a que continue a ser o farol dos Advogados nessa matéria.

RF
 

 - Ainda que alguns pretendam publica e muitas vezes com acintoso desrespeito, por V. Exa. e consequentemente pela própria Ordem de que é o mais Alto Dignitário e seu Mais Ilustre Representante substituir-se-lhe, em panfletárias investidas ajustadas com certos media, de que são alvo fácil pela troca do estatuto de comentador oficial, estou certo que, tal como vem demonstrando a sua resiliência, determinação, coragem e lucidez, continuaram a ser motivo do meu enlevo pela Profissão de Advogado! Agradeço-lhe os sacrifícios que, pela Profissão tem feito e quero dizer-lhe que, tem neste Advogado, um público apoiante, nas tarefas que entenda possam servir a Ordem por si, Superior e Sabiamente dirigida. Sem medos, sem calculismos fáceis e estéreis.

Aqui estou! Digo Presente! Disponha!
GN
 

 - Por reconhecer que a Ordem dos Advogados sai claramente beneficiada com V. Exa.  a guiar os rumos da mesma, pode contar com o meu apoio.

Força Colega!
PMSC
 

- Pode contar, mais uma vez, com o meu incondicional apoio.

TRS
 

 - Em resposta ao seu e-mail, desde já lhe manifesto o meu total poio, bem como o voto em sufrágio. Não em virtude de todo e qualquer e-mail, mas pelos seus actos, pelo seu trabalho e perseverança desenvolvida na Ordem dos Advogados no exercício das suas funções enquanto Bastonário. Apesar de inúmeros ataques insidiosos e esses sim, altamente degenerativos para a visão nacional da função e do papel da Advocacia em Portugal, V.ª Ex.ª nunca recuou ou desistiu, resistindo estoicamente a tais acções. Por tal, pelo trabalho feito, e pelo que se propõe ainda a vir fazer, rogo-lhe que permaneça no caminho que tem pautado o seu percurso enquanto Bastonário, e que proceda às alterações e mudanças necessárias, respeitando o Advogado, e a sua função em detrimento de interesses instituídos, defendidos por outros.

PCR
 

 - Vou contra-lhe uma "estória" verdadeira. Aquando das últimas eleições, no meu perfeito juízo, anulei o meu voto escrevendo na sua lista: "quase que votava nesta lista". Desta vez o meu voto será expressamente seu.

ZC
 

 - Apenas para confirmar que, tal como nas anteriores eleições, estou convicto de que sairemos todos a ganhar com a reeleição de V. Exª. Os advogados portugueses e os cidadãos em geral estão satisfeitos com a luta protagonizada em prol da verdade, da justiça, da democracia, da clarificação e denúncia dos interesses e da prepotência. Todos sofremos, nós e os cidadãos, com a presença dos magistrados do Ministério Público junto dos tribunais e dos juízes. Um sistema em que se pretenda uma justiça independente, nenhuma das partes deverá estar no tribunal nem ao nível dos juízes. Entendo que, noutros tempos tal fosse prática. Hoje deveriam os Senhores procuradores estar sedeados nas esquadras policiais onde correm os inquéritos. São apenas pequenos contributos para melhorar o sistema judicial que deverão ser discutidos. Por mim, contará, como sempre com o meu apoio.

AF
 

 - Face às posições radicais (necessárias) que tomou em diversas matérias respeitantes à N/Classe, cumpre-me informá-lo que pode contar com o m/modesto apoio. Apenas me inconformo com o valor que considero exagerado das contribuições mensais para a Ordem e para a CPAS. É que a vida não está fácil.

JEP 
 
 
- Apoio sem reservas.
JBP
 

 - (…) fico muito contente com a sua recandidatura. Mais do que nunca, a nossa profissão está em grave risco de se ver reduzida a uma profissão secundária, da qual os advogados do futuro, mas também os do presente, não conseguirão fazer modo de vida. Ser profissional liberal não é fácil, mas mais difícil ainda é perceber que o descuido e ou a desatenção para com a “gestão” da profissão da advocacia nos coloca a par dos países menos desenvolvidos, ao invés de nos colocar onde pudéssemos fazer a diferença. A AO não tem de ser o depósito dos licenciados em direito. Pode contar comigo para o que entender necessário. Promova a divulgação do número de advogados do número de advogados estagiários inscritos neste momento. (…) As pessoas desconhecem a realidade da sua profissão.

JRL

  - Pode contar com o meu apoio. Vale o que vale mas é firme! Votos de sucesso na defesa de uma advocacia de qualidade e independente.

IC

 - Mas que nem sempre concorde com a forma como apresenta a sua opinião sempre concordei com o conteúdo. Manifesto o meu total e incondicional apoio desejando-lhe uma estrondosa reeleição.

LSM
 
 
- Recandidatou-se e fez muito bem.
Tal como o fiz na primeira eleição, apoio-o incondicionalmente.
Conte comigo.
AS
 

 - Conte comigo!

VO

 

- É com imenso gosto que recebo a notícia e desejo-lhe sucesso e coragem para manter sua postura irrepreensível em todos os aspectos.
SE
 

 - Agradeço e regozijo-me com a notícia de que pretende recandidatar-se ao cargo que até aqui tem ocupado, com a relutância de alguns, é certo, mas também com o apoio de outros. A reforma que teve a coragem de encetar e que se propõe concluir, é imperiosa para a dignidade da advocacia. Assim, conte desde já com o meu apoio incondicional.

MEMC
 

 - Congratulo-me com a decisão tomada por V/ Exª. Efectivamente, é difícil conseguir cumprir um programa, sobretudo, quando surgiram tantos e inesperados obstáculos pelo caminho, muitas vezes, de onde menos se esperaria. Precisa de mais três anos para poder concretizar muitas das suas ideias e objectivos; que conheço, subscrevo e, também, defendo. A sua coragem, honestidade e sentido de responsabilidade jamais serão esquecidas pela maioria dos advogados portugueses. O Dr. António Marinho Pinto ainda terá muito a dar em prol da instituição "Ordem dos Advogados". Poderá contar comigo para o que desejar. Sabê-lo-á, certamente.

JPF
 

 - Duas razões para voltar a votar em V.Exa. 

- A Determinação;

- A Coerência.
E já agora, Senhor Bastonário, 25 de Abril SEMPRE.
LBB
 

 - Não podia esperar outra coisa de si. Das vezes que consigo tive a sorte de me cruzar vi sempre a determinação que ora continuar a ter. Impõe a verdade que diga que nem sempre me revi no estilo (que é o menos e sempre circunstancial) mas uma coisa é certa: na substância (que é o mais e o fundamental) subscrevi, quase sempre, as posições do M/ Muito Ilustre Colega. Gabo-lhe a coragem dos combates que travou, alguns, imagino, de tirar o sono e sossego. Nos dias que correm, alguém que diz o que pensa é, para mim, um bem de valor incalculável. Bem haja por isso. Saiba, pois, que contará com o m/ voto e que aqui, no Porto, defenderei a sua reeleição perante os Colegas com que diariamente me cruzo.

NPM
 

 - Apresento desde já todo o meu apoio à sua candidatura, finalmente consegui identificar-me com um bastonário, que tem a sua maneira frontal de responder a situações que muitas vezes incomodam e, por vezes é preciso conseguir incomodar... Não conheço o colega pessoalmente mas tenho simpatia e admiração pelas "alterações" propostas a sistemas viciados onde apenas determinados grupos de pessoas tem acesso...

CSF
 

 - Aprovo o trabalho do colega à frente da Ordem do Advogados, pelo que entendo que é muito bem vinda a sua recandidatura e terá o meu apoio.

JC
 

 - Sem qualquer tipo de interesse pessoal ou pressão de que natureza for, pode contar, desde já, com o meu amplo, geral e irrestrito apoio à sua candidatura.

MB

 

- Embora pontualmente tenha ligeiras discordâncias em relação à actuação pública do colega como Bastonário, no essencial reconheço a importância do "murro na mesa " que há muito era necessário desferir no seio da justiça portuguesa.
Parabéns e votos de uma recandidatura com sucesso.
JP
 

 - pode contar com o meu incondicional apoio, pois revejo-me no seu trabalho á frente da nossa ordem.

SM
 

 - Como sempre, aqui estou de novo de novo a garantir-te meu modesto, mas autêntico, apoio. E, sendo certo que não precisas de qualquer conforto meu, menos ainda das minhas sugestões, deixa-me dizer-te o que penso e já conversei aliás com Colegas. Como sabes, os Conselhos Distritais foram, ao longo deste teu bastonato, quem mais procurou boicotar o teu trabalho e o do Conselho Geral, quer inviabilizando orçamentos, quer rejeitando as contas, quer assumindo em geral uma postura de oposição à tua orientação e do Conselho Geral. Parece-me por isso, e tendo até presente que alguns Conselhos Distritais já se manifestaram a favor de outra candidatura, que é imperioso que a tua/nossa candidatura, tenha a seu lado candidaturas para os Conselhos Distritais (e até para o Conselho Superior), visto que, como melhor que eu bem sabes, o apoio das estruturas locais/regionais é importante para a boa realização do teu programa.

AMF
 

 - Felicito-o pela sua candidatura a um novo mandato como Bastonário. No entanto queria alertá-lo para o facto de, ainda durante este mandato, dever Vª. Ex.ª. cumprir o que prometeu aos advogados nomeados oficiosamente pela Ordem, relativamente aos honorários que se encontram em dívida pelo IGFIJ IP. Um destes dias ouvi uma senhora Juiz dizer directamente a dois advogados oficiosos que eles prestavam, no julgamento, um serviço Cívico. Também a senhora magistrada presta um serviço cívico, mas o dela é remunerado mensalmente pelo estado, não percebo a diferença entre um e outro, mas o facto é que o dos advogados além de não ser remunerado também não é pago.

IFS
 

 - Votei em si e votarei uma vez mais. Pese embora já não esteja no mesmo escritório aquando das primeiras eleições, mas tive o prazer de saber que votamos todos em si, espero e desejo que nas próximas assim aconteça. Estou convencido que terá uma lista ganhadora, só quem não quiser é que não vê o trabalho desenvolvido pelo seu mandato.Abraços e muitas felicidades para o próximo mandato.

SG
 

 - É com grande alegria que recebo a notícia de que se irá recandidatar. Aproveito para felicitá-lo pelo excelente trabalho que tem vindo a desempenhar durante este tempo em que tem representado a nossa classe. É com orgulho que digo que sou representada por V. Exa. Terá o meu apoio incondicional. Desejo-lhe, desde já, muitas felicidades no percurso que, certamente, fará no próximo mandato.

IR
 
 - Li com muito agrado que decidiu recandidatar-se. Desde já pode contar, não só com o meu voto, como também com o meu total apoio.
AC
 
 - Agora, como antes, terá o meu inteiro apoio.
GF
  
- É com imensa satisfação que recebo o seu anúncio de recandidatura a bastonário aliás, há algum tempo que tenho procurado junto de alguns colegas apresentar-lhe um documento a solicitar a sua recandidatura a bastonário, a posição que tem assumido enquanto bastonário tem revelado a verdadeira voz dos advogados que não pertencendo aos lobies das grandes sociedades não pretendem ser carneiros subjugando-se aos efectivos prejuízos a que diariamente estamos sujeitos e calando das atrocidades que se vêem todos os dias nos tribunais. Congratulo-me com a sua decisão,
CC
 
 - Expresso por este meio todo o meu apoio e saúdo a sua coragem!
LGP
  
- Não esperava outra decisão. Fico contente, avance com a coragem que lhe reconhecemos, vai conseguir disponibilizo-me para o ajudar. Dê continuidade ás reformas, em boa verdade, o pioneirismo é muito aliciante. Desenvolva tal como sonhou o Seu programa.
AC
  
- Certamente contra a vontade e para surpresa daqueles que se sentiram e sentem beliscados com as suas intervenções e actuações, mas para gáudio de outros, fico satisfeito com a sua decisão de recandidatura a um novo mandato.  O momento conturbado que a nossa sociedade atravessa (na Ordem, na política, na comunicação social, na justiça, etc.) mais justifica a sua continuidade. Não desista nem modifique a subtileza e estilo das suas intervenções e a contundência das palavras "Qual isco de primeira que já conseguiu atrair parte dum polvo mal cheiroso, faminto e de força hercúlea que se mantinha oculto". E se receio que períodos de alguma turbulência se aproximam, mais se justifica a minha satisfação pela sua decisão. Conte, pois, com o meu modesto apoio e pugnemos todos por uma Ordem definitivamente em Ordem e uma sociedade mais Limpa e Justa.
RDP
 
 
- Eu apoio. Em 2007 votei e nas próximas eleições continuarei a votar no Dr. António Marinho Pinto.
LL
 
- Pode contar com o meu apoio. Até hoje não tivemos um bastonário que defendesse com tanta coragem as dificuldades da nossa vida profissional. Precisamos assim de alguém, como o Sr. Bastonário, para responder às investidas contra nós Advogados. Tem o meu apoio.
PSG
 
- Agradeço a lembrança, e a mensagem - pode contar com o meu apoio. Aproveito a ocasião para apelar à sua intervenção urgente, no que respeita ao sistema de acesso ao Direito. Como é do seu conhecimento, acha-se o pagamento dos honorários devidos em atraso, há vários meses, o que põe em causa a dignidade e a subsistência de inúmeros Colegas (...). Dir-se-ia que o Estado pretende vencer pelo cansaço, levando os Advogados a afastarem-se do sistema, para depois vir introduzir a figura do "funcionário-defensor".
(…)
JCCL
 
- Será, sem dúvida, com o maior dos prazeres que, pela primeira vez em 8 anos enquanto Advogado, irei votar nas eleições para Bastonário da nossa Ordem, pois considero que, nesta hora de incertezas, é fundamental que o trabalho desenvolvido pelo Ilustre Colega, e a voz que sempre se ergue em defesa da nossa classe (e, em especial, dos pequenos advogados como o ora subscritor) se continue a fazer escutar, não só perante as maledicências de outras classes (juízes e M.P., nomeadamente), como também dentro da própria Ordem.
Conforme tenho dito várias vezes, em conversas em família, amigos, ou outros colegas, é altura de, de uma vez por todas, garantir que os Advogados voltem a ser vistos pela Sociedade, não como aquelas “grandes aves de rapina ao serviço dos grandes escritórios e interesses” mas, acima de tudo, como aqueles servidores da Justiça que, com muito esforço, sacrifício e dedicação aos clientes, se preocupam acima de tudo com os problemas daqueles, e não com os seus interesses pessoais… Enquanto Advogado em início de carreira, que subsiste num pequeno escritório com muito gosto, embora com algumas dificuldades económicas, tive a oportunidade de, ainda há poucos dias, me deslocar a um dos maiores escritórios de advocacia da capital, a fim de tratar de assuntos do interesse de um cliente. Ora, em conversa amena com os meus caros Colegas que prestam serviço do dito grande escritório, bem depressa me apercebi da “animosidade” que por lá se vive contra o Ilustre Colega António Marinho e Pinto, enquanto Bastonário da Ordem, supostamente por “falar demais”… Ora, confrontando as duas realidades, não me resta a menor dúvida: o papel do Ilustre Colega e Bastonário é, neste momento, absolutamente vital e imprescindível para a reabilitação, junto da opinião pública, do papel do Advogado. E é, precisamente por isto, que aqui lhe manifesto todo o meu apoio, e o meu júbilo pela sensata decisão de se recandidatar a um novo mandato.
FDG
 
- Pode contar com o meu incondicional apoio.
Já agora inscreva no seu programa algo que defenda os advogados de empresa que cada vez são mais e aqueles que são diariamente explorados nos grandes escritórios, sem que tenham hipóteses de se defender, contra os despedimentos, baixas remunerações e horários de trabalho desumanos! Eu conheço bem estas situações
AMQ
 
- Parabéns por pensar como pensa! Siga em frente!
MFP
 
- Congratulo-me com a decisão do Sr. Bastonário em se recandidatar. Aprecio desde logo a primeira razão invocada. Não me revendo em toda a linha no seu anterior mandato, reconheço a sua determinação, verticalidade e postura, que a meu ver, não envergonham, antes enobrecem a nossa profissão. Chega de palmadinhas nas costas e somos todos bons amigos. Terão havido excessos? Provavelmente sim, mas quem seja imaculado que atire a primeira pedra – mas julgar pela saraiva que por aí anda, somos todos “umas virgens ofendidas”.
JA
 
- Sem qualquer interesse ou pressão de que natureza for, pode contar, desde já, com o meu amplo, geral e irrestrito apoio.
MB
 
 
- Mais uma vez conte comigo.
JCM
 
- É com enorme prazer e satisfação enquanto advogado, livre e não alinhado por qualquer razão que não seja a de poder continuar a ver que a Ordem tem o seu Bastonário certo, que continuo a apoiar V. Exa. nesta recandidatura.
Como sabemos, muitos, dignos e Ilustres Juristas exerceram tão nobre cargo. Mas, existe uma diferença que certo ou errado para mim é fundamental. Não me recordo de algum que eu possa - ressalvando a minha ignorância - ter tido uma actuação tão "não alinhada" a interesses que muitas vezes não são os dos Advogados em geral. Mais terão sido de certos sectores... V. Exa. tem sido chamado de "desbocado" e de outras coisas...O certo é que, nunca antes vi e ouvi um Bastonário da Ordem dos Advogados ter a coragem de denunciar factos e situações que todos conheciam mas nenhum "desbocou". Mostrou que a Ordem pode e deve ter um papel fundamental na denúncia dos interesses obscuros, na corrupção que grassa na Sociedade civil e política, e que continua a infectar-nos desde há séculos. Por causa desse flagelo, somos um País falido. Não só de dinheiro, mas de vergonha, de irresponsabilidade dos "eleitos"que nos governam, de acusações de os Advogados serem o entrave na aplicação da Justiça, etc. Mais! Elogio a frontalidade com que colocou o M.I. Sr. Presidente da Associação Sindical dos Juízes no lugar!!! Alguém de bom senso poderá defender a existência desta "Associação"? Qualquer dia teremos uma "Associação Sindical dos Ministros, etc.".
VG
 
- Quero há muito, lhe dizer que tem todo o meu apoio, o meu voto, e ainda a minha admiração!
As suas palavras, afirmações e opiniões, têm a minha concordância e apoio. A sua atitude de luta e coragem, faz-me crer na profissão que tenho. O Sr. Bastonário diz o que eu gostaria de dizer, se pudesse... e pode crer, que esta minha opinião é partilhada por muitos dos colegas com quem falo. A sua decisão em se recandidatar, deixa-me esperançosa e confiante na garantia de dignidade para esta profissão.
MW
 
- Terá, como teve nas últimas eleições, o meu voto e o meu apoio.
JPL
 
- Como sabe estive sempre com o Colega e continuarei sempre.
Obrigado por se recandidatar
FL
 
- Desejo-lhe as maiores felicidades e espero, sinceramente, que seja reeleito.
MM
 
- Agradeço o seu mail e, sinceramente, esperava a sua recandidatura o que muito me congratula e me dá esperança de ter alguém, como o actual Bastonário, que, contra tudo e todos, tem tentado arrumar a casa e sobretudo fazer da advocacia uma profisssão decente e que seja olhada com admiração pela sociedade.
Tenho tido o cuidado de ver e analisar a postura de outros nomeadamente de alguns elementos que compõem o Conselho Distrital que, sistemática e repetidamente, colocam engulhos e obstáculos na gestão corrente da Ordem servindo de exemplo o sistemático chumbo dos orçamentos nas Assembleias gerais da Ordem.
Aliás, posso-lhe dizer que ao actual Presidente do CDL, por algumas vezes, tive o ensejo de lhe demonstrar o meu desagrado pela postura que o mesmo tem tido para com os órgãos da Ordem nomeadamente do conflito em aberto com o Dr. Marinho Pinto. Sei e conheço o seu trabalho na alteração das mordomias que alguns funcionários vergonhosamente detinham ou deterão na Ordem fruto de uma gestão "de mãos largas" efectuada pelos anteriores Bastonários. Sei e conheço os interesses de muitos Colegas na formação e não só...
Vi e li com atenção os orçamentos e concordo em absoluto aquilo que o Dr. Marinho Pinto fez em cortar despesas espúrias e sem qualquer razão de ser submetendo á votação um orçamento de rigor e austeridade que é necessário a uma Ordem que se debate com muitos e variados problemas dessa ordem financeira.
Concordo em absoluto com a revisão do Estatuto da Ordem e a alteração do regime de incompatibilidades de forma a impedir a vergonha que se passa ao nível da promiscuidade entre a politica e a advocacia que já tem sido falada em todos os órgãos de comunicação social nomeadamente no Expresso pelo MST, por si e pelos Colegas à excepção daqueles que vivem "à babugem" dos partidos e dos políticos e que são muitos. Penso que quem exerce a Advocacia não pode ser nunca deputado nem titular de outros cargos de natureza pública como tem acontecido fazendo com que a política condicione os advogados e que estejam submetidos, directa ou indirectamente, á politica e que tudo isto seja mais um factor de potencialização da escandaleira e da corrupção a que temos assistido em Portugal de forma vergonhosa com o beneplácito do sistema judicial leia-se do MP e dos Juízes mais interessados na defesa dos seus interesses corporativos do que na administração da justiça.
Num passado recente, tivemos um Bastonário, Dr. Rogério Alves, que era o provedor dos juízes: Defendia mais os juízes do que defendia os Advogados. E disso lhe dei conta. Basta ver a posição assumida na questão das férias dos magistrados que continua a ser uma vergonha nacional sobretudo tendo em linha de conta os atrasos na administração da justiça que, cada vez mais, se acentua pese embora as novas tecnologias existentes, os Citius, as notificações efectuadas pelos mandatários and so on... Para quando o estabelecimento de prazos para os magistrados proferirem decisões em tempo útil, colocando-os num plano de paridade com os outros intervenientes processuais? Como pode andar um processo (muitos) mais de dez anos em 1ª instância? Quem acredita neste sistema lento e turbulento que existe em Portugal e que é um dos factores do nosso atraso?
Por isso, espero que o Colega saiba transmitir as suas posições nesta recandidatura e que consiga atingir o seu desideratum contra os poderosos do sistema mais televisivos e com apoios de outra índole. Conto consigo para transformar a Ordem e a advocacia numa profissão digna e reconhecida pela população.
LCN

 

 
 
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