António Marinho e Pinto - site oficial de candidatura












 

  FRASES SOLTAS

 
«SONHAR
Mais um sonho impossível;
LUTAR
Quando é fácil ceder;
VENCER
O inimigo invencível;
NEGAR
Quando a regra é vender».

 

O candidato Fragoso Marques gastou todo o tempo da sua camapanha eleitoral a atacar o actual Bastonário, mas ainda não apresentou uma ideia sequer em benefíco dos Advogados. Todas as suas preocupação vão no sentido de defender os interesses e os privilégios da tradicional numenclatura dirigente da OA. Mas isso não admira, pois ele foi escolhido para candidato, precisamente por essa mesma numenclatura que há décadas se reproduz dinasticamente dentro da nossa Ordem.
 

A Paz que alguns candidatos prometem, se forem eleitos, significa no plano interno da OA o silêncio ou um discurso de mentiras e, no plano externo, a capitulação perante os interesses dos inimigos da Advocacia.

No dia 26 de Novembro os Advogados vão decidir se querem que a OA continue a ter um discurso público de verdade ou então um discurso retórico, redondo e politicamente correcto, que seja aplaudido por todos incluindo pelos inimigos da Advocacia.

Aqueles que hoje proclamam como principais objectivos da suas candidaturas unir os Advogados e fazer a paz dentro da Ordem são os mesmos que nem sequer se conseguir unir a si próprios nestas eleições. Eles só estiveram unidos na guerra sem quartel que fizeram ao Bastonário legitimamente eleito, com o objectivo de o derrubar de forma antidemocrática através de assembleias gerais selvagens ou de abaixo-assinados infames e caluniosos.

Procuro apenas convencer os Advogados que escolhem ideias e programas de acção de acordo com as suas consciências e não os daqueles que se deixam influenciar pelo caciquismo, pelos ataques pessoais ou pelos cargos oferecidos.

A descentralização que há a fazer dentro da OA não é do Conselho Geral para os Conselhos Distritais, mas sim destes para as Delegações que não têm quase nenhumas competências.

«Se, de cada vez que um cão me ladra, eu me baixasse para apanhar uma pedra, nunca chegaria ao meu destino».

Durante o meu mandato como Bastonário fiz coisas certas e coisas erradas. Mas tudo o que fiz foi sempre em benefício dos Advogados portugueses. E os Advogados estão hoje bastante melhor do que estavam quando eu tomei posse. Alguns dirigentes - e eu próprio - é que não.
 
Nunca conheci nenhum Advogado criminoso. Conheci, sim, alguns criminosos que conseguiram inscrever-se na Ordem dos Advogados.
 
A Ordem dos Advogados está na encruzilhada mais decisiva da sua história: ou se transforma definitivamente numa instituição ao serviço da advocacia, do estado de direito e da cidadania ou volta a ser um grémio ao serviço da nomenclatura dirigente e das teias de interesses que cresceram dentro dela.
 
Admitir que se possa ser advogado com um grau académico inferior ao dos magistrados equivaleria a institucionalizar uma inferioridade funcional que iria macular irreversivelmente a dignidade da advocacia portuguesa e do próprio patrocínio forense enquanto elemento essencial à administração da justiça.
 
Houve um tempo em que até os funcionários judiciais faziam defesas oficiosas. Houve outro em que elas eram feitas predominantemente por Advogados estagiários. Hoje só os Advogados podem participar plenamente no sistema de acesso ao direito.
 
Quando, há décadas, decidi ser Advogado, estava cheio de ideais e cheio de ilusões sobre essa profissão. Hoje, perdi todas as ilusões mas não perdi nenhum dos ideais.
 
Não há Justiça sem Cidadania. Não há Cidadania sem Justiça.
 
Os Advogados auxiliam uma pessoa que cometeu um crime a defender-se em tribunal; não devem nunca auxilia-la a cometer o crime; muito menos cometerem-no eles em nome dela.
 
O Bastonário deve ser não só o Advogado dos Advogados Portugueses, mas também a voz institucional dos cidadãos enquanto sujeitos e destinatários da Justiça.
 
A Justiça realiza-se nos Tribunais por Magistrados e Advogados independentes e não em repartições públicas por funcionários sem independência».
 
Os magistrados são servidores da Justiça e não donos da Justiça.
 
A Ordem dos Advogados deve estar ao serviço da Advocacia, do Estado de Direito e da Cidadania e a Justiça ao serviço da sociedade e dos cidadãos.
 
As sociedades de advogados foram criadas para associar Advogados e não para assalariar Advogados.
 
Devemos combater tanto os pequenos «cambões» das comarcas do interior como também os grandes cambões de Lisboa que medram em torno do estado.
 
A dignidade processual das pretensões levadas a juízo pelos cidadãos não deve depender apenas do respectivo valor económico.
 
Os Advogados são colegas entre si e não patrões e empregados uns dos outros.

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Lançamento do livro "Um Combate Desigual"

  

Candidatura a Bastonário - realizada nas instalações do Concelho Distrital do Porto

  
 
 
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